
O vice-governador e atual secretário de Estado de Educação, Felipe Camarão, do PT, aditivou contrato milionário da empresa GPA Construções e Empreendimentos Eireli.
De acordo com publicação do extrato de contrato, o valor aditivado é de 2,3 milhões. O valor corresponde a 25% do valor inicialmente pactuado, estimado em R$ 11,7 milhões.
O valor é referente ao contrato Nª 039/2022 Processo Administrativo Nª 58597/2023, que tem como objetivo os serviços de manutenção preventiva e reformas de escolas que compõe a rede pública estadual.
Apesar da aparente legalidade, a empresa esconde um verdadeiro mar de lama, ou melhor, de corrupção.
As primeiras irregularidades começam logo na criação, onde dois jovens moradores do bairro vera cruz – periferia de São Luís, são usados como ‘testa e ferro’ na sociedade empresarial.
Com capital de 50 mil, a empresa foi fundada em 2017 em nome de Glabson de Jesus Pereira e Paulo Henrique Almeida Pinheiro.
Segundo apurou reportagem do Blog do Maldine Vieira, a empresa se tornou ao longo dos anos uma espécie de ‘lavanderia’ do dinheiro público. Ascensão foi tanta que hoje conta com um capital social de R$ 7,5 milhões.
Apesar de um dos laranjas ainda figurar como proprietário da empresa, conforme aponta consulta no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica junto a Receita Federal, a empresa é usada de forma corriqueira por terceiros.
Os dois nomes que aparecem como ‘cabeças’ da GPA seriam Alexjan Pereira Lima e Saymon Aquino. Ambos seriam responsaveis por gerenciar as cifras milionárias que passam pela conta da empresa.
Além da Seduc, a empresa tem atuação milionária em outras pastas governo.
A pergunta que não calar é: como um secretário que se diz tão correto faz um aditivo milionário com uma empresa registrada em nome de laranja ? qual seria a justificava usada para tal aditivo ? essas e outras perguntas devem ser respondidas pelo secretário Felipe Camarão.
Veja abaixo:

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